sábado, 31 de outubro de 2009

(PETAR) Dia 01: Núcleo Santana

Acordamos às 7h, ainda morrendo de sono. Tomamos café da manhã (bem regulado) na pousada e fomos encontrar o Tom (nosso guia) na Pousada Ouro Grosso, há poucos quilômetros da pousada onde estávamos. Chegamos lá às 8h10 e, enquanto esperamos o pessoal terminava de se arrumar, pegamos o equipamento alugado. De lá, seguimos para a sede do Núcleo Santana. Nosso grupo foi acrescido do Tom (nosso guia), Kátia (sua namorada), Jason e Priscila (ambos de São Paulo).


Cumpridas as burocracias do parque, às 9h20 seguimos para a Caverna Santana, que é bem estruturada (com passarelas, corrimão e escadas) para receber todo tipo de turistas. Lá tivemos uma bela aula sobre as diversas formações espeleológicas. A caverna é bastante completa, com formações dos vários tipos existentes. Há salões magníficos e algumas formações bastante curiosas, como a "Bailarina". Infelizmente a maior parte da caverna não está aberta a visitação.

Depois de 2h de caverna, fomos para as piscinas naturais (perto da cede), onde ficamos até meio dia descansando e comendo, e então fomos conhecer para outra caverna. Percorremos 40min de trilha fácil, com algumas subidas e travessia de rio e chegamos à Caverna da Água Suja. Não bastasse a beleza da entrada da caverna, em grande parte de seu interior há água na altura dos joelhos. O trajeto simples e sem desafios técnicos ou perigos torna essa caverna imperdível, mesmo sendo percorrida dentro d’água. O grande prêmio foi encontrar, no final do percurso, uma incrível cachoeira subterrânea. Assim como a maioria das cavernas, essa também não está inteiramente aberta a visitação.

Entrada da Caverna Morro PretoDepois de quase 2h, saímos da Caverna da Água Suja e seguimos direto para a Caverna Morro Preto. A entrada impressionante (foto), o amplo salão principal e a acústica incrível mal nos deixaram ter consciência da reduzida área de visitação turística. Um doido de outro grupo não resistiu e estava tocando flauta transversal no interior da caverna, se deleitando com a acústica. Ainda bem que o cara não era ruim! Ficamos apenas 40min na caverna, e às 17h10 já estávamos indo embora.

Percorremos 15min de trilha para retornar à sede do parque (que fecha às 17h), pegamos o carro e voltamos para a pousada onde estávamos hospedados. Chegamos lá às 18h, depois de uma parada estratégica para um pastel com caldo de cana no caminho. Tomamos banho, jantamos e descansamos até 21h20, quando novamente fomos para a Pousada Ouro Grosso (o resto do grupo estava hospedado lá). Ficamos conversando, planejando o dia seguinte e fazendo um social até 23h15, quando achamos por bem ir dormir.

DICAS:
  • Calçado que proporcione bastante firmeza é indispensável na Caverna da Água Suja pois, na parte com água, o fundo tem muitas pedras soltas. Água, lembre-se que a maioria das lanternas e máquinas fotográficas não são a prova d’água! Tenha cuidado redobrado nas cavernas com água. Para entrar no parque é cobrado R$5 por pessoa, sendo obrigatória a supervisão de 1 monitor credenciado para cada 8 pessoas. Crianças de até 8 anos não pagam entrada, mas ainda assim são contabilizadas para o tamanho do grupo e a quantidade de monitores necessários.
  • Não é permitido levar mochilas ou bolsas na Caverna Santana. Você poderá deixa-las na última guarita (sem nenhuma segurança ou garantias) ou, preferencialmente, na pousada onde estiver hospedado ou no carro.
Informações locais:

Quem estava:
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