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sábado, 15 de agosto de 2009

(Estrada Real 2009) Conclusões e Referências

AnotaçõesAo contrario da viagem pelo Caminho dos Diamantes (em 2008), onde eu tinha muitas incertezas e nenhuma pratica, eu estava confiante de que dessa vez o cronograma poderia ser cumprido sem grandes alterações de última hora. Quem leu todos os relatos percebeu que, mesmo havendo dificuldades, em nenhum dia deixamos de concluir o trecho planejado.

No entanto, a maior diferença para a viagem anterior foi a pobreza encontrada, mesmo sendo certo que ela estaria no caminho. A pobreza rural, quase ingênua, do Caminho dos Diamantes deu lugar à pobreza suburbana, por vezes intimidadora, da periferia da Região Metropolitana de BH. Mas não tivemos nenhum problema real. Nem com com violência propriamente dita, tampouco com ferimentos ou água, e os gastos foram bem próximos do esperado.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 09: Indo Embora

Acordamos com o fim do sono! Enrolamos até às 10h30 e então fomos buscar as coisas que tínhamos deixado com a Isabela.

Como já passava de 12h, fomos almoçar antes de tudo. Em seguida fomos na rodoviária para o Rodrigo comprar passagens de volta e, infelizmente, o ônibus para São Carlos sairia apenas às 21h15! Meu voo era apenas no final do dia, mas depois do tanto que havíamos caminhado, não estávamos animados para fazer muita coisa! Fomos então em uma lan house (descarregar e postar algumas fotos). Ficamos lá até 16h quando então fui para o aeroporto de confins.

Meu voo sairia apenas 19h40, mas ter chegado com antecedência foi providencial! Embarquei pontualmente e cheguei em Guarulhos às 20h30, trocando os 32ºC de Minas pelos 17ºC de São Paulo! Sem dúvida estava em casa novamente!

Quem estava:
Picasaweb + fotos


domingo, 2 de agosto de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 08: Caraça

Acordamos às 8h, tomamos um café da manhã exagerado, e às 9h estávamos com tudo pronto. Fomos então arrumar um jeito de chegar ao Parque do Caraça, que foi o motivo de virmos para Santa Bárbara e fica longe da cidade. Como não há nenhuma forma de transporte coletivo até lá, acabamos não tendo outra opção além de táxi, que sempre é a forma mais cara possível! Depois de muito pechinchar, achamos um taxista que nos levaria por R$80 e esperaria lá até a hora em que resolvêssemos voltar.

sábado, 1 de agosto de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 07: Caeté

Igreja do Rosário em CaetéAcordei às 7h15 para tomar um café da manhã miserável e às 8h fomos conhecer Caeté! Visitamos primeiro na Igreja do Rosário (que é cercada por um cemitério - foto) e depois na riquíssima Igreja Matriz de N. Sra. Do Bom Sucesso e o Pelourinho do Poder (em frente a igreja). De lá fomos até a pequena Igreja de S. Francisco, cuja arquitetura lembra muito a igreja do Ó, em Sabará.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 06: Morro Vermelho

A contra gosto, acordamos às 7h30. Tomamos café da manhã e fomos resolver as últimas coisas em Sabará (banco e correio), mas enrolamos tanto que quase perdemos o ônibus de 10h10 para Caeté!

Depois da uma viagem de 45min, chegamos a Caeté e rapidamente fomos procurar um lugar para nos hospedar. Ficamos no Hotel JM, próximo ao centro histórico (mas não nele). Como já era 11h30, almoçamos rapidamente em um restaurante perto do hotel e voltamos na rodoviária para pegar o ônibus de 12h30 para Morro Vermelho, distrito de Caeté

quinta-feira, 30 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 05: "Puera"

Acordamos às 6h45 e arrumamos rapidamente as poucas coisas. Como dormiríamos novamente na mesma pousada, em Sabará, não seria necessário levar todas as coisas. Tomamos um café da manhã reforçado e saímos rumo a Raposos. Às 8h40 passamos pelo primeiro marco da Estrada Real, próximo a ponte ferroviária sobre o Rio das Velhas.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 04: Sabará

PassosAcordei às 9h, depois de uma longa e revigorante noite de sono. Arrumamos as coisas sem pressa e fomos na rodoviária, para ir o quanto antes para Sabará. Mas por pura bobeira, esperamos por 1h no ponto de ônibus errado!

Finalmente tomamos o ônibus para Sabará e chegamos lá às 13h, com apenas 1h de viagem. Nos hospedamos na Pousada dos Sepulvedas, instalada em um antigo casarão colonial no alto do centro histórico. Rapidamente deixamos as coisas no quarto e saímos para conhecer a cidade.

terça-feira, 28 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 03: Trilha para Raposos

Acordamos às 5h. Queríamos começar o dia, que prometia não ser fácil, o quanto antes. Tomamos café da manha rapidamente e tomamos o ônibus de 6h10 de volta para Honório Bicalho.

PassosPassamos pelo marco da praça central (com um painel bem útil) às 7h. Ou andar rápido ou por sono, já no começo erramos o caminho! Passamos pela entrada da trilha e chegamos (30min depois) em uma bifurcação sem marco. Usando a lição do dia de Rio Acima, resolvemos voltar e achamos o caminho certo rapidamente.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 02: Honório Bicalho

Rumo a Honório BicalhoAcordamos às 5h40. Ainda estava escuro! Tomamos um fraco café da manhã (até isso era ruim na pousada) e começamos a caminhar às 6h45.

Ao contrario do dia anterior, seguimos fielmente os marcos da Estrada Real e caminhamos por quase 1h em área urbana. Às 8h30, cruzamos a linha férrea abandonada e então o caminho tornou-se uma trilha bem aberta (foto). Seguimos por mais uns 5km, passamos por pontes de pedra da antiga ferrovia, áreas rurais bem bucólicas e pelo Rio das Velhas

domingo, 26 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) Dia 01: Encruzilhadas

Acordamos às 6h e tomamos o café da manhã como se fosse nossa última refeição! O plano seria caminhar 26km até Rio Acima, sem a possibilidade de almoçar no caminho. Pontualmente às 7h, o taxista estava na porta do hotel e 1h depois chegamos à igreja de Acuruí. Lá começamos nossa caminhada!

sábado, 25 de julho de 2009

(Estrada Real 2009) O Caminho do Sabarabuçu

Logo da Estrada RealDesde o ano passado, quando conheci a Estrada Real, soube que retornaria. Em partes pelas experiências, que transformaram meus gostos, meus paradigmas e minha vida e em partes pela curiosidade sobre o que o caminho ainda teria a oferecer.

Nesse espírito, com a experiência adquirida desde a minha primeira viagem a pé (que foi exatamente pela Estrada Real, em 2008) e o equipamento necessário, inovei na companhia. Convidei alguns amigos mas (novamente) apenas uma pessoa se dispôs a me acompanhar: o Rodrigo.