2 anos morando em São Paulo e até hoje eu ainda não tinha feito nenhuma trilha na cidade. Em meio a tanto cimento e poluição, fica difícil imaginar que exista alguma trilha verde em uma cidade tão cinza. Mas eu estava enganado.
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sábado, 26 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
(Paranapiacaba) Pedra Grande de Quatinga
Quando o assunto é trilha, Paranapiacaba é uma das regiões mais privilegiadas do entorno de São Paulo. Todo paulistano já foi ou conhece alguém que foi para alguma cachoeira ou trilha por lá. E foi exatamente esse motivo que me levou até lá.
Com tudo combinado desde a semana anterior, eu, Mari e Mazzoti acordamos às 4h, tomamos um café rápido e ainda era noite quando saímos, chegando às 5h no metrô Ana Rosa. Fomos até a estação Tamanduateí: o local de encontro com o grupo.
Com tudo combinado desde a semana anterior, eu, Mari e Mazzoti acordamos às 4h, tomamos um café rápido e ainda era noite quando saímos, chegando às 5h no metrô Ana Rosa. Fomos até a estação Tamanduateí: o local de encontro com o grupo.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
(Rio de Janeiro) Pedra da Gávea
Os 6 dias de carnaval em si poderiam ser resumidos em blocos legais, mas lotados além do suportável (e seguro), trânsito caótico e praia ensolarada. Por conta disso, logo desistimos da folia e ficamos aproveitando os longos dias de verão na praia da Barra da Tijuca, onde estávamos hospedados. Isso por si só não mereceria um relato, mas sempre existe uma trilha para quebrar a rotina... mesmo quando a rotina é boa; e subir a Pedra da Gávea não poderia ter sido uma escolha mais oportuna.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
(Ubatuba) Trilha das 7 Fontes
A maratona de comilança desenfreada de fim de ano se estendeu por quase 10 dias seguidos, então, já era tempo de deixar as rabanadas de lado e voltar às atividades. Nada melhor do que uma trilha inédita para isso.
Era a primeira 6ª-feira do ano e o dia estava nublado. Ainda assim acordamos às 8h, pegamos o ônibus para Ubatuba (R$5,80/pessoa) e fomos até o Saco da Ribeira, onde chegamos às 9h. Caminhamos até as marinas e viramos à direita na Rua João Glorioso da Cruz, que segue à beira mar por 700m e logo se torna uma trilha, onde carros não passam.
Era a primeira 6ª-feira do ano e o dia estava nublado. Ainda assim acordamos às 8h, pegamos o ônibus para Ubatuba (R$5,80/pessoa) e fomos até o Saco da Ribeira, onde chegamos às 9h. Caminhamos até as marinas e viramos à direita na Rua João Glorioso da Cruz, que segue à beira mar por 700m e logo se torna uma trilha, onde carros não passam.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
(Ubatuba) Trilha do Simão - Parte 02
Depois de caminhar a manhã inteira, nada melhor que um banho de mar para aplacar o calor e o cansaço. Mas o mar da Praia do Simão raramente está calmo e as pedras no fundo fazem dessa praia um lugar perigoso para quem não está acostumado com mar bravo.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
(Ubatuba) Trilha do Simão - Parte 01
Ao contrário do que é comum na primavera no litoral norte paulista, o dia amanheceu limpo e ensolarado e tudo chamava para fazer algo ao ar livre. Tão logo terminamos o café da manhã, a decisão já estava tomada: “Vamos fazer alguma trilha que seja nova ou da qual eu não me lembre”.
E assim decidimos pela Trilha do Simão, também conhecida como Tilha do Saco da Banana. Em toda minha adolescência, meus amigos foram para essa praia acampar e pegar onda mas eu, por um motivo ou outro, nunca pude ir. Era o dia do ajuste de contas!
E assim decidimos pela Trilha do Simão, também conhecida como Tilha do Saco da Banana. Em toda minha adolescência, meus amigos foram para essa praia acampar e pegar onda mas eu, por um motivo ou outro, nunca pude ir. Era o dia do ajuste de contas!
domingo, 17 de julho de 2011
(Ubatuba) Pico do Corcovado: O nascer do sol e a descida
Ainda estava muito frio às 5h15, quando saímos da barraca para ver o dia clarear e o nascer do sol. Novamente não havia nenhuma nuvem no céu, apenas uma claridade que foi ficando cada vez mais intensa, pintando o céu gradualmente do amarelo ao azul. O sol só apareceu às 6h40, e nós apreciando todo o espetáculo.sábado, 16 de julho de 2011
(Ubatuba) Pico do Corcovado: Subindo para ver o pôr-do-sol
Depois de todo a complicação antes da trilha, finalmente estávamos começando a caminhar. Mochila nas costas e sol alto e forte no céu - nem parecia inverno.
Depois de passar por várias placas informativas, a trilha tem início de fato 500m depois do ponto final do ônibus, perto de um campinho de futebol (foto). Atravessamos 2 riachos e, imaginando que já estávamos na trilha, nos distraímos e acabamos errando o caminho (muitos se perdem nesse início e vão até a Aldeia Indígena Renascer), mas percebemos logo e nos encontramos depois de 20min: o prejuízo não foi grande.
Depois de passar por várias placas informativas, a trilha tem início de fato 500m depois do ponto final do ônibus, perto de um campinho de futebol (foto). Atravessamos 2 riachos e, imaginando que já estávamos na trilha, nos distraímos e acabamos errando o caminho (muitos se perdem nesse início e vão até a Aldeia Indígena Renascer), mas percebemos logo e nos encontramos depois de 20min: o prejuízo não foi grande.sexta-feira, 15 de julho de 2011
(Ubatuba) Preparativos para o Pico do Corcovado
Por puro descaso e relaxo, não ocorreram grandes preparativos para essa trilha. Todo o equipamento que seria utilizado já tinha sido testado na Trilha das 7 Praias, e os poucos ajustes necessários já tinham sido feitos.
terça-feira, 8 de março de 2011
(PN Chapada Veadeiros) Dia 04: Trilha dos Canions
Está difícil de continuar acordando cedo! Mas ainda assim acordamos às 7h, nos aprontamos e em 30min estávamos novamente no Café da Manhã Rio Preto, que infelizmente não estava tão bom quanto ontem, mas igualmente farto. Às 8h10 estávamos na portaria do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, e em menos de 10min conseguimos formar um grupo para conhecer a Trilha dos Cânions.
Nosso guia dessa vez foi o Neguinho, que cobrou o valor tabelado pela cooperativa de guias: R$100 por grupo e por isso já ganhou minha simpatia. Começamos a caminhada de aproximadamente 10km (ida + volta) às 9h.
Nosso guia dessa vez foi o Neguinho, que cobrou o valor tabelado pela cooperativa de guias: R$100 por grupo e por isso já ganhou minha simpatia. Começamos a caminhada de aproximadamente 10km (ida + volta) às 9h.
segunda-feira, 7 de março de 2011
(PN Chapada Veadeiros) Dia 03: Janela do Abismo
Acordamos às 6h30 e, contrariando a previsão do tempo, a chuva não veio. Como na noite anterior nos informamos sobre as trilhas fora do parque, hoje acordamos cedo, nos aprontamos e saímos às 7h, para um desjejum exagerado no Café da Manhã Rio Preto.
domingo, 6 de março de 2011
(PN Chapada Veadeiros) Dia 02: Os Saltos e a Lua
Mesmo tendo ido dormir cedo na noite anterior, não foi fácil acordar às 6h30. Nos arrumamos rapidamente e fomos, a pé, até a portaria do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, acompanhados de um casal do camping.
Chegamos à portaria às 8h30 (abre às 8h), e lá haviam mais 4 pessoas esperando a formação de um grupo. Em 5min, nos juntamos com eles (inteirando 8 pessoas) e seguimos com o guia Rui Brasil (R$15/pessoa) para a Trilha dos Saltos, tida como a mais difícil dentro do parque, devido ao desnível.
Chegamos à portaria às 8h30 (abre às 8h), e lá haviam mais 4 pessoas esperando a formação de um grupo. Em 5min, nos juntamos com eles (inteirando 8 pessoas) e seguimos com o guia Rui Brasil (R$15/pessoa) para a Trilha dos Saltos, tida como a mais difícil dentro do parque, devido ao desnível.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
(Ubatuba) 7 Praias: do Cedro à Fortaleza
Acordamos as 7h. Devido ao horário de verão o sol começava a subir no céu e o dia começava a esquentar.
Despertei com um banho de mar! Enrolei um pouco na água e depois fiquei um pouco no sol para secar minimamente. Quando voltei ao acampamento, todos já tinham acordado e estavam procurando o que comer. O café da manhã foi barrinha de cereal e chá.
Despertei com um banho de mar! Enrolei um pouco na água e depois fiquei um pouco no sol para secar minimamente. Quando voltei ao acampamento, todos já tinham acordado e estavam procurando o que comer. O café da manhã foi barrinha de cereal e chá.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
(Ubatuba) 7 Praias: Lagoinha ao Cedro
A Trilha das 7 Praias é uma velha conhecida minha, embora não pelo mesmo nome. Desde a minha adolescência que eu vou acampar na Praia do Cedro, mas poucas vezes completei a travessia até a Praia da Fortaleza.
Dessa vez, além de percorrer a trilha passando pelas 7 praias, a ideia era testar alguns equipamentos novos (barracas, isolantes e mochilas) nessa trilha que é uma das mais fáceis (e belas) que conheço na região.
Dessa vez, além de percorrer a trilha passando pelas 7 praias, a ideia era testar alguns equipamentos novos (barracas, isolantes e mochilas) nessa trilha que é uma das mais fáceis (e belas) que conheço na região.
sábado, 11 de setembro de 2010
(PN Itatiaia) Escalaminhando nas Prateleiras
Chegamos ao hotel às 7h da manhã, depois da viagem mais insana da minha vida! Mesmo com a noite paga, não tivemos tempo de usufruir o merecido descanso; o tempo foi suficiente apenas para fazer check-in, deixar as coisas, trocar de roupa e comer algo.
Às 8h30 fomos encontrar as pessoas do outro hotel (nosso grupo excedia a capacidade máxima de ambos) e fomos de van para a portaria do Parque Nacional de Itatiaia antes que fosse tarde demais para entrarmos. A portaria da parte alta não é exatamente próxima de Itamonte, embora essa seja a cidade mais próxima. Chegamos lá pouco antes das 10h: o horário limite para entrada.
Às 8h30 fomos encontrar as pessoas do outro hotel (nosso grupo excedia a capacidade máxima de ambos) e fomos de van para a portaria do Parque Nacional de Itatiaia antes que fosse tarde demais para entrarmos. A portaria da parte alta não é exatamente próxima de Itamonte, embora essa seja a cidade mais próxima. Chegamos lá pouco antes das 10h: o horário limite para entrada.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro do Camburi
Ainda animados pela última "exploração" em Caraguatatuba-SP, eu e o Fábio aproveitamos alguns dias sem chuva para subir o Morro do Camburi. Curiosamente, sempre me referi a ele como Morro do Garcez mas só quando fui fazer uma pesquisa na internet (para saber melhor onde iria me meter) é que descobri o nome correto. De todo modo, esse morro é que separa a Praia do Camaroeiro da Prainha e da acesso à Praia do Garcez, onde fica a Pedra da Freira. O motivo, como sempre, foi apenas fugir marasmo, apreciar a vista e constatar que é possível.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro da Praia Brava
O Morro da Praia Brava, em Caraguatatuba-SP, delimita pelo lado esquerdo a Praia Martim de Sá, bastante famosa na cidade. Mas poucos se lembram que é ele que separa-a da Praia Brava e da Praia do Capricórnio. Num dia de excesso de tempo livre enquanto apreciava o cair do dia na Praia Martim de Sá, combinei com o Fábio de subir o Morro da Praia Brava. Sem motivos ou grandes pretensões; apenas para descobrir o caminho (ou fazer um) e saber se a vista de lá do alto é bonita.
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domingo, 2 de agosto de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 08: Caraça
Acordamos às 8h, tomamos um café da manhã exagerado, e às 9h estávamos com tudo pronto. Fomos então arrumar um jeito de chegar ao Parque do Caraça, que foi o motivo de virmos para Santa Bárbara e fica longe da cidade. Como não há nenhuma forma de transporte coletivo até lá, acabamos não tendo outra opção além de táxi, que sempre é a forma mais cara possível! Depois de muito pechinchar, achamos um taxista que nos levaria por R$80 e esperaria lá até a hora em que resolvêssemos voltar.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 05: "Puera"
Acordamos às 6h45 e arrumamos rapidamente as poucas coisas. Como dormiríamos novamente na mesma pousada, em Sabará, não seria necessário levar todas as coisas. Tomamos um café da manhã reforçado e saímos rumo a Raposos. Às 8h40 passamos pelo primeiro marco da Estrada Real, próximo a ponte ferroviária sobre o Rio das Velhas.
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terça-feira, 28 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 03: Trilha para Raposos
Acordamos às 5h. Queríamos começar o dia, que prometia não ser fácil, o quanto antes. Tomamos café da manha rapidamente e tomamos o ônibus de 6h10 de volta para Honório Bicalho.
Passamos pelo marco da praça central (com um painel bem útil) às 7h. Ou andar rápido ou por sono, já no começo erramos o caminho! Passamos pela entrada da trilha e chegamos (30min depois) em uma bifurcação sem marco. Usando a lição do dia de Rio Acima, resolvemos voltar e achamos o caminho certo rapidamente.
Passamos pelo marco da praça central (com um painel bem útil) às 7h. Ou andar rápido ou por sono, já no começo erramos o caminho! Passamos pela entrada da trilha e chegamos (30min depois) em uma bifurcação sem marco. Usando a lição do dia de Rio Acima, resolvemos voltar e achamos o caminho certo rapidamente.
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