2 anos morando em São Paulo e até hoje eu ainda não tinha feito nenhuma trilha na cidade. Em meio a tanto cimento e poluição, fica difícil imaginar que exista alguma trilha verde em uma cidade tão cinza. Mas eu estava enganado.
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sábado, 26 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
(Paranapiacaba) Pedra Grande de Quatinga
Quando o assunto é trilha, Paranapiacaba é uma das regiões mais privilegiadas do entorno de São Paulo. Todo paulistano já foi ou conhece alguém que foi para alguma cachoeira ou trilha por lá. E foi exatamente esse motivo que me levou até lá.
Com tudo combinado desde a semana anterior, eu, Mari e Mazzoti acordamos às 4h, tomamos um café rápido e ainda era noite quando saímos, chegando às 5h no metrô Ana Rosa. Fomos até a estação Tamanduateí: o local de encontro com o grupo.
Com tudo combinado desde a semana anterior, eu, Mari e Mazzoti acordamos às 4h, tomamos um café rápido e ainda era noite quando saímos, chegando às 5h no metrô Ana Rosa. Fomos até a estação Tamanduateí: o local de encontro com o grupo.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
(Búzios) Dia 12: Saquarema e a volta pra Caraguá
Como já estava quase tudo pronto desde o dia anterior, depois do café da manhã foi só colocar as últimas coisas no carro e pegar a estrada. Tínhamos um longo caminho pela frente até chegar de volta a Caraguá.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
(Búzios) Dia 01: de Caraguá a Búzios pelo litoral
De Caraguá até Búzios de carro pela Rio-Santos: esse era o roteiro. Malas prontas, carro abastecido, saímos às 10h da manhã, já meio atrasados de acordo com nosso planejamento. Seguimos em direção a Ubatuba, por onde passamos 1h depois, sem paradas, já que esse trecho - lindo, por sinal - nós conhecemos bem.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
(Ubatuba) Trilha das 7 Fontes
A maratona de comilança desenfreada de fim de ano se estendeu por quase 10 dias seguidos, então, já era tempo de deixar as rabanadas de lado e voltar às atividades. Nada melhor do que uma trilha inédita para isso.
Era a primeira 6ª-feira do ano e o dia estava nublado. Ainda assim acordamos às 8h, pegamos o ônibus para Ubatuba (R$5,80/pessoa) e fomos até o Saco da Ribeira, onde chegamos às 9h. Caminhamos até as marinas e viramos à direita na Rua João Glorioso da Cruz, que segue à beira mar por 700m e logo se torna uma trilha, onde carros não passam.
Era a primeira 6ª-feira do ano e o dia estava nublado. Ainda assim acordamos às 8h, pegamos o ônibus para Ubatuba (R$5,80/pessoa) e fomos até o Saco da Ribeira, onde chegamos às 9h. Caminhamos até as marinas e viramos à direita na Rua João Glorioso da Cruz, que segue à beira mar por 700m e logo se torna uma trilha, onde carros não passam.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
(Ubatuba) Trilha do Simão - Parte 02
Depois de caminhar a manhã inteira, nada melhor que um banho de mar para aplacar o calor e o cansaço. Mas o mar da Praia do Simão raramente está calmo e as pedras no fundo fazem dessa praia um lugar perigoso para quem não está acostumado com mar bravo.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
(Ubatuba) Trilha do Simão - Parte 01
Ao contrário do que é comum na primavera no litoral norte paulista, o dia amanheceu limpo e ensolarado e tudo chamava para fazer algo ao ar livre. Tão logo terminamos o café da manhã, a decisão já estava tomada: “Vamos fazer alguma trilha que seja nova ou da qual eu não me lembre”.
E assim decidimos pela Trilha do Simão, também conhecida como Tilha do Saco da Banana. Em toda minha adolescência, meus amigos foram para essa praia acampar e pegar onda mas eu, por um motivo ou outro, nunca pude ir. Era o dia do ajuste de contas!
E assim decidimos pela Trilha do Simão, também conhecida como Tilha do Saco da Banana. Em toda minha adolescência, meus amigos foram para essa praia acampar e pegar onda mas eu, por um motivo ou outro, nunca pude ir. Era o dia do ajuste de contas!
domingo, 17 de julho de 2011
(Ubatuba) Pico do Corcovado: O nascer do sol e a descida
Ainda estava muito frio às 5h15, quando saímos da barraca para ver o dia clarear e o nascer do sol. Novamente não havia nenhuma nuvem no céu, apenas uma claridade que foi ficando cada vez mais intensa, pintando o céu gradualmente do amarelo ao azul. O sol só apareceu às 6h40, e nós apreciando todo o espetáculo.sábado, 16 de julho de 2011
(Ubatuba) Pico do Corcovado: Subindo para ver o pôr-do-sol
Depois de todo a complicação antes da trilha, finalmente estávamos começando a caminhar. Mochila nas costas e sol alto e forte no céu - nem parecia inverno.
Depois de passar por várias placas informativas, a trilha tem início de fato 500m depois do ponto final do ônibus, perto de um campinho de futebol (foto). Atravessamos 2 riachos e, imaginando que já estávamos na trilha, nos distraímos e acabamos errando o caminho (muitos se perdem nesse início e vão até a Aldeia Indígena Renascer), mas percebemos logo e nos encontramos depois de 20min: o prejuízo não foi grande.
Depois de passar por várias placas informativas, a trilha tem início de fato 500m depois do ponto final do ônibus, perto de um campinho de futebol (foto). Atravessamos 2 riachos e, imaginando que já estávamos na trilha, nos distraímos e acabamos errando o caminho (muitos se perdem nesse início e vão até a Aldeia Indígena Renascer), mas percebemos logo e nos encontramos depois de 20min: o prejuízo não foi grande.sexta-feira, 15 de julho de 2011
(Ubatuba) Preparativos para o Pico do Corcovado
Por puro descaso e relaxo, não ocorreram grandes preparativos para essa trilha. Todo o equipamento que seria utilizado já tinha sido testado na Trilha das 7 Praias, e os poucos ajustes necessários já tinham sido feitos.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
(Ubatuba) 7 Praias: do Cedro à Fortaleza
Acordamos as 7h. Devido ao horário de verão o sol começava a subir no céu e o dia começava a esquentar.
Despertei com um banho de mar! Enrolei um pouco na água e depois fiquei um pouco no sol para secar minimamente. Quando voltei ao acampamento, todos já tinham acordado e estavam procurando o que comer. O café da manhã foi barrinha de cereal e chá.
Despertei com um banho de mar! Enrolei um pouco na água e depois fiquei um pouco no sol para secar minimamente. Quando voltei ao acampamento, todos já tinham acordado e estavam procurando o que comer. O café da manhã foi barrinha de cereal e chá.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
(Ubatuba) 7 Praias: Lagoinha ao Cedro
A Trilha das 7 Praias é uma velha conhecida minha, embora não pelo mesmo nome. Desde a minha adolescência que eu vou acampar na Praia do Cedro, mas poucas vezes completei a travessia até a Praia da Fortaleza.
Dessa vez, além de percorrer a trilha passando pelas 7 praias, a ideia era testar alguns equipamentos novos (barracas, isolantes e mochilas) nessa trilha que é uma das mais fáceis (e belas) que conheço na região.
Dessa vez, além de percorrer a trilha passando pelas 7 praias, a ideia era testar alguns equipamentos novos (barracas, isolantes e mochilas) nessa trilha que é uma das mais fáceis (e belas) que conheço na região.
domingo, 7 de novembro de 2010
(São Paulo) Caminhos do Mar
Eu tinha a pretensão de percorrer assa estrada já fazia algum tempo, fosse de bicicleta, a pé ou até de carrinho de rolimã. Mas esse percurso sempre insistiu em ficar apenas no campo do planejamento; até que um dia a galera do couchsurfing propôs o passeio, e eu rapidamente me animei.
Conhecida por Caminho do Mar, Estrada da Maioridade, Estrada Velha de Santos ou simplesmente SP-148; essa estrada liga Santos a São Paulo (passando por Cubatão e o ABC). A estrada (do sec. XVII) esteve em uso até 1992, quando então foi interditada. Somente 12 anos depois ela reabriu, transformada em um pólo eco turístico. Atualmente só pode ser percorrida a pé ou de bicicleta (veículos de manutenção e microônibus da fundação são as exceções) e inclui vários monumentos históricos, construídos em 1922 pelo então governador Washington Luis em comemoração ao centenário da independência do Brasil.
Conhecida por Caminho do Mar, Estrada da Maioridade, Estrada Velha de Santos ou simplesmente SP-148; essa estrada liga Santos a São Paulo (passando por Cubatão e o ABC). A estrada (do sec. XVII) esteve em uso até 1992, quando então foi interditada. Somente 12 anos depois ela reabriu, transformada em um pólo eco turístico. Atualmente só pode ser percorrida a pé ou de bicicleta (veículos de manutenção e microônibus da fundação são as exceções) e inclui vários monumentos históricos, construídos em 1922 pelo então governador Washington Luis em comemoração ao centenário da independência do Brasil.
domingo, 12 de setembro de 2010
(PN Itatiaia) Cachoeiras
Acordamos não tão cedo. Embora eu quisesse ter dormido mais, passar o domingo no hotel não era uma opção. Então tomamos um café da manha reforçado, colocamos todas as coisas na van e seguimos para a parte baixa do Parque Nacional de Itatiaia (em Visconde de Mauá) para conhecer as cachoeiras. Programa bem mais tranquilo que o dia anterior.Demoramos quase 1h30 para chegar, de van, até o estacionamento dentro do parque. Deixamos a van e percorremos a pé os 260m restantes até a cachoeira Véu da Noiva (foto). Com uma queda de 40m, essa cachoeira é mais para ser contemplar do que para nadar, pois a pequena piscina que se forma é rasa e cheia de pedras. Entre fotos e banho, ficamos durante 1h.
sábado, 11 de setembro de 2010
(PN Itatiaia) Escalaminhando nas Prateleiras
Chegamos ao hotel às 7h da manhã, depois da viagem mais insana da minha vida! Mesmo com a noite paga, não tivemos tempo de usufruir o merecido descanso; o tempo foi suficiente apenas para fazer check-in, deixar as coisas, trocar de roupa e comer algo.
Às 8h30 fomos encontrar as pessoas do outro hotel (nosso grupo excedia a capacidade máxima de ambos) e fomos de van para a portaria do Parque Nacional de Itatiaia antes que fosse tarde demais para entrarmos. A portaria da parte alta não é exatamente próxima de Itamonte, embora essa seja a cidade mais próxima. Chegamos lá pouco antes das 10h: o horário limite para entrada.
Às 8h30 fomos encontrar as pessoas do outro hotel (nosso grupo excedia a capacidade máxima de ambos) e fomos de van para a portaria do Parque Nacional de Itatiaia antes que fosse tarde demais para entrarmos. A portaria da parte alta não é exatamente próxima de Itamonte, embora essa seja a cidade mais próxima. Chegamos lá pouco antes das 10h: o horário limite para entrada.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
(PN Itatiaia) A Odisséia
Justiça há de ser feita: essa viagem para o Parque Nacional de Itatiaia foi concebida e organizada por um amigo do CouchSurfing, onde eu fui apenas de acompanhante. Não que isso seja ruim; na verdade é bem cômodo.
Os preparativos aconteceram todos através do grupo de São Paulo do CS, com a devida antecedência. A ideia era subir o Pico das Prateleiras (foto). No total, seriam 30 pessoas: 14 em uma van fretada, outros 14 de carro próprios e 2 de ônibus de outros locais. Para evitar desencontros, nos encontrarmos todos no O' Malley's às 22h, para sairmos em comboio rumo a Itamonte (cidade mais próxima do Parque Nacional de Itatiaia).
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro do Camburi
Ainda animados pela última "exploração" em Caraguatatuba-SP, eu e o Fábio aproveitamos alguns dias sem chuva para subir o Morro do Camburi. Curiosamente, sempre me referi a ele como Morro do Garcez mas só quando fui fazer uma pesquisa na internet (para saber melhor onde iria me meter) é que descobri o nome correto. De todo modo, esse morro é que separa a Praia do Camaroeiro da Prainha e da acesso à Praia do Garcez, onde fica a Pedra da Freira. O motivo, como sempre, foi apenas fugir marasmo, apreciar a vista e constatar que é possível.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro da Praia Brava
O Morro da Praia Brava, em Caraguatatuba-SP, delimita pelo lado esquerdo a Praia Martim de Sá, bastante famosa na cidade. Mas poucos se lembram que é ele que separa-a da Praia Brava e da Praia do Capricórnio. Num dia de excesso de tempo livre enquanto apreciava o cair do dia na Praia Martim de Sá, combinei com o Fábio de subir o Morro da Praia Brava. Sem motivos ou grandes pretensões; apenas para descobrir o caminho (ou fazer um) e saber se a vista de lá do alto é bonita.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
(PETAR) Dia 03: O Rio Betari
Acordamos às 9h e nos aprontamos sem pressa. O plano para o dia começava pela Cachoeira das Andorinhas, mas como eu acordei com o pé esquerdo doendo (sabe-se lá porque) a ponto de não poder caminhar, desistimos da cachoeira e resolvemos fazer Acqua Ride. Fomos novamente até a Pousada Ouro Grosso encontrar com o resto do grupo, e de lá fomos alugar as boias, que não passavam de câmaras de ar de caminhão.
domingo, 1 de novembro de 2009
(PETAR) Dia 02: Núcleo Ouro Grosso
Tentamos acordar cedo como ontem, mas não conseguimos. Até terminar o café da manhã e ir na Pousada Ouro Grosso já era 9h30. E quando chegamos lá ainda tivemos que esperar os que ainda não estavam prontos.
Só às 10h30 chegamos à sede do Núcleo Ouro Grosso, de onde seguimos caminhando até a Caverna Alambari de Baixo. A caminhada, de 1h, é em terreno plano até a entrada da caverna (foto), sem muita sombra e pode ser feito de carro. Entramos na caverna depois de 15min de descanso e algumas explicações. Logo estávamos andando com água na altura da cintura (ou mais) e nos esgueirando por túneis estreitos. Tudo para chegar a uma bela cachoeira subterrânea. Saímos da caverna às 13h20, sem grandes contratempos ou esforços.
Só às 10h30 chegamos à sede do Núcleo Ouro Grosso, de onde seguimos caminhando até a Caverna Alambari de Baixo. A caminhada, de 1h, é em terreno plano até a entrada da caverna (foto), sem muita sombra e pode ser feito de carro. Entramos na caverna depois de 15min de descanso e algumas explicações. Logo estávamos andando com água na altura da cintura (ou mais) e nos esgueirando por túneis estreitos. Tudo para chegar a uma bela cachoeira subterrânea. Saímos da caverna às 13h20, sem grandes contratempos ou esforços.
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