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terça-feira, 1 de março de 2011

Como viajar mais leve?

Comparação de mochilasHá algum tempo se fala, principalmente nos EUA, sobre Ultralight Backpacking (ou Excursionismo Ultraleve): uma abordagem de viagem com o mínimo de peso possível. Inicialmente essa filosofia era voltada para trilhas de longa duração, mas com a evolução dos materiais, métodos de fabricação de equipamentos e alimentos, hoje ela pode ser aplicada a qualquer viagem.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Conversa Inusitada

É raro quando situações singulares acontecem e percebemos com clareza o momento. Foram poucas as vezes que tais situações, que redefinem paradigmas, aconteceram comigo. E uma delas foi na viagem para Brasília - DF.

PobrezaNa primeira tarde em Brasília, eu e Pri fomos ao shopping comer e enquanto esperávamos meu amigo voltar da aula. Programa despretensioso que normalmente eu nem relataria. Caminhávamos como turistas exemplares: despreocupados, alheios a tudo e olhando a cidade. Perto do shopping fui abordado por um pedinte normal, daqueles que qualquer morador de uma cidade de médio porte vê todos os dias: homem normal, fedor normal e farrapos normais.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Porque viajar a pé?

Poucas vezes na vida pensei em viajar a pé e, se for pensar bem, provavelmente são poucas, ou nenhuma, pessoas que você já viu viajar assim! Simplesmente por que passeios são bem diferentes de viagens: que envolvem grandes distâncias! Mas mesmo assim, viajar a pé foi a realidade por milênios. Seja por causa do terreno ou dos preços dos animais de montaria, o fato é que se mover a pé é a maneira mais comum na historia do homem.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Sobre viajar

mundo e bússolaOs que me conhecem há algum tempo já presenciaram o choque e descrença dos que me ouviram dizer: “Eu não gosto de viajar!”

Demorou algum tempo para eu perceber que a (falsa) idéia de eu não gostar de viajar era alimentada pelo oposto: um desejo há muito tempo cultivado de viver num veleiro oceânico! Desejo esse (talvez inconsciente ou nem tanto) de fugir, ao sabor do vento, da vida “normal” e repetitiva que em vejo muitas das pessoas!