Mostrando postagens com marcador Caminho dos Diamantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caminho dos Diamantes. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de agosto de 2008

(Estrada Real 2008) Conclusões e Referências

AnotaçõesNossas preocupações nessa viagem sempre foram: violência, ferimentos, gastos excessivos, falta de água e desorientação; que felizmente não se concretizaram. No trecho que percorremos da Estrada Real vimos sinalização freqüente (a cada 3km, em média) e funcional, não havendo confusão quanto ao caminho correto ou distâncias. Os gastos excederam pouco o que esperávamos. Os únicos ferimentos foram as bolhas nos pés da Paula. Água, mesmo que comprada, sempre esteve disponível. E nem sinal de violência por onde passamos, apenas cordialidade e hospitalidade.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 15: Último dia

Monumento a TiradentesTentamos sair da pousada cedo, mas saímos só 9h; já deixando as coisas todas arrumadas. Fomos na Mina do Chico Rei (R$5,00/estudante). Os túneis são estreitos e sem sustentação, o chão e as paredes são de terra, goteja água, a iluminação é precária e o uso obrigatório de capacete não é nenhum exagero.

Saímos da mina e fomos conhecer a Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões (Mercês de Baixo), mas não sei por que estava fechada. Fomos então comprar lembranças na feira em frente à Igreja de São Francisco de Assis e depois terminar de arrumar as coisas e liberar o quarto.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 14: Horto dos Contos

Horto dos contosSaímos quase 9h e, embora a névoa sobre Ouro Preto já tivesse se dissipado, ainda estava frio. Pegamos um ônibus até a rodoviária (R$1,40) e fomos percorrer o Horto dos Contos (foto) desde o alto. Todas as recomendações não foram exageradas: o caminho é muito bonito, cheio de vistas panorâmicas da cidade e demorou apenas 1h30.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 13: Ladeiras em Ouro Preto

Vista da janelaAcordar cedo todo dia não é fácil. Pela manhã há neblina e faz frio, e acordar, tomar café e ter coragem para sair não tem sido fácil. Saímos somente às 9h (foto) e fomos levar as roupas pra lavar perto da Estação Ferroviária.

terça-feira, 29 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 12: Igrejas e Museus

Acordamos cedo para resolver “problemas”: descarregar a maquina digital que já estava lotada de novo, mandar postais e arrumar um lugar mais barato para ficar, pois os gastos já excediam o previsto e Ouro Preto tem MUITA coisa a ser conhecida (e não esperávamos menos de um Patrimônio da Humanidade da UNESCO). Ficamos a manhã todas nessas tarefas e, ao final, arrumamos um lugar ótimo: Pouso Café com Arte extremamente bem localizada e arrumada.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 11: Trem para Ouro Preto

No último dia em Mariana, acordamos as 6h30, arrumamos tudo, tomamos café e saímos bem cedo. Tão cedo, que as atrações ainda estavam fechadas! Aproveitamos então para ir à Estação Ferroviária de Mariana comprar os bilhetes para Ouro Preto (Trem da Vale, R$9,00/estudante, só de ida) e subimos, dessa vez de dia, para visitar a Igreja de São Pedro dos Clérigos (R$2,00/pessoa), cuja vista e decoração são ímpares, e as Igreja de São Francisco dos Cordões e a Igreja Nossa Senhora das Mercês, que estavam fechadas. Depois fomos conhecer o Museu da Música, que funciona no antigo Palácio dos Bispos. Já perto da hora do almoço, fomos ao Museu Arquidiocesano de Arte Sacra (R$1,00/estudante) e ficamos o máximo que pudemos. Saímos correndo para pegar as malas e de lá para a estação de trem. Chegamos à estação logo e o embarque foi pontual.

domingo, 27 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 10: Mina da Passagem

Acordamos às 7h, tomamos café e saímos ainda sem saber onde dormiríamos esta noite – chegamos a considerar passar a noite em claro, já que não havia vagas em nenhum lugar na cidade – pois a pousada onde nos hospedamos estava lotada devido às reservas antecipadas.

sábado, 26 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 09: Barão de Cocais

Santuário São João BatistaAcordamos perto de 8h30 para tomar café e acabamos conhecendo o Marquinho, dono da Pousada, que nos ofereceu uma carona, que aceitamos prontamente, até Cocais na hora do almoço. Aproveitamos a manhã livre para conhecer o Santuário São João Batista (foto), aparentemente o único atrativo local além da mineração.

Ao meio dia fomos para o distrito de Cocais e, como o Marquinhos nasceu lá, foi nos contando sobre a história e a geografia do lugar. Almoçamos no único lugar possível em Cocais (R$6,00 o PF) e visitamos o que foi possível, pois infelizmente o distrito de Cocais está sendo gradativamente descaracterizado e o pouco preservado estava fechado. Também não visitamos o Sítio Arqueológico da Pedra Pintada a cachoeira homônima, pois a Paula ainda não conseguia colocar tênis, e resolvemos voltar para Barão de Cocais.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 08: Ônibus

Acordamos às 8h, tomamos café da manhã e pegamos o ônibus de 10h30 para Belo Horizonte (vários horários, R$30,00/pessoa, pela Vale do Ouro). Foram 4h30 de viagem poeirenta e, nesse trecho, certamente a Serra do Cipó merece destaque pela beleza que vimos da janela do ônibus! Chegamos a Belo Horizonte e nem saímos da rodoviária (que, por sinal, é bastante funcional); apenas comemos um lanche e enrolamos até a partia o ônibus para Barão de Cocais (vários horários, R$25,00/pessoa, pela Pássaro Verde), cuja viagem durou pouco menos de 2h.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 07: Salão de Pedras

Fomos, logo cedo, ao Centro de Informações Turísticas e descobrimos que a maioria das atrações turísticas são longe (mais de 20km de morros, claro!) e não há ônibus ou outro transporte público que faça o trajeto. Como o turismo em Conceição do Mato Dentro é para pessoas que estão motorizadas e esse não era o nosso caso, decidimos ficar o mínimo!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 06: Serro fica para trás

Ladeira da Igreja de Santa RitaAcordamos cedo, tomamos o melhor café da manhã até então e fomos logo cedo visitar a Igreja de Santa Rita. Embora a escadaria fosse intimidadora (foto), nós subimos e valeu muito a pena, mesmo que a restauração recente não tenha revelado toda a beleza da arte sacra presente nela.

Aproveitamos que estávamos lá no alto e fomos ver a PUC, que está instalada num antigo convento; e a Capela São Miguel, em estilo neogótico com cemitério anexo. Logo em seguida, descemos para visitar o Museu Casa dos Ottoni (R$1,00/estudante) e a Chácara do Barão de Serro, que está sendo restaurada, e então fomos almoçar no Restaurante Vila do Príncipe, que é mediano.

terça-feira, 22 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 05: Serro encanta!

Acordamos 8h30, tomamos café da manhã com direito ao famoso queijo de Serro, e saímos para conhecer melhor a cidade, tirar dinheiro (desde Diamantina não havia agências bancárias) e ver como lavaríamos nossas roupas. A roupa acertamos na própria na pousada (R$1,00 a peça) e o dinheiro também não foi problema, pois tinha agência do Banco do Brasil e Correios (funciona como banco postal para o Bradesco).

segunda-feira, 21 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 04: Rumo a Serro

Acordamos às 7h para arrumar tudo pra o dia mais difícil do roteiro: seriam 21km percorridos (segundo o mapa) e até então não tínhamos percorrido nem metade disso em um só dia. Tomamos café e saímos às 8h15 (esse foi o primeiro grande erro do dia; deveríamos ter saído antes das 7h). O sol já estava quente, mas o calor ainda aumentaria: o caminho estava só começando.

domingo, 20 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 03: Até Milho Verde

Acordamos às 7h para arrumar as coisas e seguir viagem, afinal esse seria o primeiro dia que efetivamente viajaríamos a pé. Tomamos café da manhã e às 8h fomos para a Cachoeira do Comércio, logo no centro. Devido à estiagem não havia muita água e apesar dos 60m de altura, não dava nem pra ver a cachoeira direito, então seguimos viagem. Além da cachoeira, apenas muros de pedra feitos por escravos nos chamaram a atenção, pois nem chegamos a visitar as igrejas locais.

sábado, 19 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 02: Gruta do Salitre

Acordamos às 6h30, e começamos a caminhada para a Gruta do Salitre às 7h15 . Seguindo nosso bom senso, os marcos da Estrada Real e pedidos de informação (só por garantia), chegamos à gruta em pouco menos de 2h de caminhada. Com muita poeira, ladeiras suaves e população local curiosa, percorremos o caminho de 9Km levando apenas água e máquina digital. A recompensa não poderia ser melhor! Nenhuma palavra faria juz à beleza que vimos e as fotos mostram, de uma forma bem reduzida, a beleza e a imponência do passeio.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

(Estrada Real 2008) Dia 01: Diamantina

Às 11h, depois de três paradas, frio e farofa, em um ônibus velho e sem água, chegamos à Diamantina. A primeira coisa a fazer foi ligar nas varias pousadas, até resolvermos ficar no Hotel JK, que ficava exatamente em frente da rodoviária.

Catedral Metropolitana de DiamantinaDepois de instalados, tomamos um merecido banho e descemos até o Centro Histórico para comer. Almoçamos no Restaurante Casa Velha e a comida era tão boa quanto o preço. Após o almoço, aproveitando que estávamos lá embaixo, fomos visitar a Catedral Metropolitana (foto), cuja fachada é simples e imponente, mas o interior não muito impressionante; o Museu do Diamante (R$1/estudante) e o Centro de Atendimento ao Turista, onde pegamos folhetos e mapas.

terça-feira, 17 de junho de 2008

(Estrada Real 2008) Antes de começar

Logo da Estrada RealA idéia de viajar pela Estrada Real surgiu a bastante tempo, e todos os meios de transporte foram pensados, mas nunca de um modo mais sério!

Depois de muito planejamento e ansiedade, a idéia foi colocada em pratica em julho de 2008. Resolvemos percorrer (apenas eu e Paula, já que ninguém se dispôs a nos acompanhar) a pé o Caminho dos Diamantes, que tem +/- 350Km de extensão e liga Diamantina/MG a Ouro Preto/MG!