Os 6 dias de carnaval em si poderiam ser resumidos em blocos legais, mas lotados além do suportável (e seguro), trânsito caótico e praia ensolarada. Por conta disso, logo desistimos da folia e ficamos aproveitando os longos dias de verão na praia da Barra da Tijuca, onde estávamos hospedados. Isso por si só não mereceria um relato, mas sempre existe uma trilha para quebrar a rotina... mesmo quando a rotina é boa; e subir a Pedra da Gávea não poderia ter sido uma escolha mais oportuna.
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domingo, 19 de fevereiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
(Búzios) Dia 09: Praias de Cabo Frio
Hoje acordamos e depois do café, resolvemos voltar em uma das praias mais tranquilas que tínhamos ido, bem perto de casa: a Praia de José Gonçalves. Chegamos lá, nos instalamos na areia e conseguimos ficar exatos 5 min. Comprovamos o ponto ruim dessa praia: venta absurdamente! Parecia que estávamos numa tempestade de areia. Depois de comer um bom tanto de areia, decidimos ir pra outro lugar.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
(Ubatuba) Trilha das 7 Fontes
A maratona de comilança desenfreada de fim de ano se estendeu por quase 10 dias seguidos, então, já era tempo de deixar as rabanadas de lado e voltar às atividades. Nada melhor do que uma trilha inédita para isso.
Era a primeira 6ª-feira do ano e o dia estava nublado. Ainda assim acordamos às 8h, pegamos o ônibus para Ubatuba (R$5,80/pessoa) e fomos até o Saco da Ribeira, onde chegamos às 9h. Caminhamos até as marinas e viramos à direita na Rua João Glorioso da Cruz, que segue à beira mar por 700m e logo se torna uma trilha, onde carros não passam.
Era a primeira 6ª-feira do ano e o dia estava nublado. Ainda assim acordamos às 8h, pegamos o ônibus para Ubatuba (R$5,80/pessoa) e fomos até o Saco da Ribeira, onde chegamos às 9h. Caminhamos até as marinas e viramos à direita na Rua João Glorioso da Cruz, que segue à beira mar por 700m e logo se torna uma trilha, onde carros não passam.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
(Ubatuba) Trilha do Simão - Parte 02
Depois de caminhar a manhã inteira, nada melhor que um banho de mar para aplacar o calor e o cansaço. Mas o mar da Praia do Simão raramente está calmo e as pedras no fundo fazem dessa praia um lugar perigoso para quem não está acostumado com mar bravo.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
(Ubatuba) Trilha do Simão - Parte 01
Ao contrário do que é comum na primavera no litoral norte paulista, o dia amanheceu limpo e ensolarado e tudo chamava para fazer algo ao ar livre. Tão logo terminamos o café da manhã, a decisão já estava tomada: “Vamos fazer alguma trilha que seja nova ou da qual eu não me lembre”.
E assim decidimos pela Trilha do Simão, também conhecida como Tilha do Saco da Banana. Em toda minha adolescência, meus amigos foram para essa praia acampar e pegar onda mas eu, por um motivo ou outro, nunca pude ir. Era o dia do ajuste de contas!
E assim decidimos pela Trilha do Simão, também conhecida como Tilha do Saco da Banana. Em toda minha adolescência, meus amigos foram para essa praia acampar e pegar onda mas eu, por um motivo ou outro, nunca pude ir. Era o dia do ajuste de contas!
domingo, 17 de julho de 2011
(Ubatuba) Pico do Corcovado: O nascer do sol e a descida
Ainda estava muito frio às 5h15, quando saímos da barraca para ver o dia clarear e o nascer do sol. Novamente não havia nenhuma nuvem no céu, apenas uma claridade que foi ficando cada vez mais intensa, pintando o céu gradualmente do amarelo ao azul. O sol só apareceu às 6h40, e nós apreciando todo o espetáculo.sábado, 16 de julho de 2011
(Ubatuba) Pico do Corcovado: Subindo para ver o pôr-do-sol
Depois de todo a complicação antes da trilha, finalmente estávamos começando a caminhar. Mochila nas costas e sol alto e forte no céu - nem parecia inverno.
Depois de passar por várias placas informativas, a trilha tem início de fato 500m depois do ponto final do ônibus, perto de um campinho de futebol (foto). Atravessamos 2 riachos e, imaginando que já estávamos na trilha, nos distraímos e acabamos errando o caminho (muitos se perdem nesse início e vão até a Aldeia Indígena Renascer), mas percebemos logo e nos encontramos depois de 20min: o prejuízo não foi grande.
Depois de passar por várias placas informativas, a trilha tem início de fato 500m depois do ponto final do ônibus, perto de um campinho de futebol (foto). Atravessamos 2 riachos e, imaginando que já estávamos na trilha, nos distraímos e acabamos errando o caminho (muitos se perdem nesse início e vão até a Aldeia Indígena Renascer), mas percebemos logo e nos encontramos depois de 20min: o prejuízo não foi grande.sexta-feira, 15 de julho de 2011
(Ubatuba) Preparativos para o Pico do Corcovado
Por puro descaso e relaxo, não ocorreram grandes preparativos para essa trilha. Todo o equipamento que seria utilizado já tinha sido testado na Trilha das 7 Praias, e os poucos ajustes necessários já tinham sido feitos.
terça-feira, 1 de março de 2011
Como viajar mais leve?
Há algum tempo se fala, principalmente nos EUA, sobre Ultralight Backpacking (ou Excursionismo Ultraleve): uma abordagem de viagem com o mínimo de peso possível. Inicialmente essa filosofia era voltada para trilhas de longa duração, mas com a evolução dos materiais, métodos de fabricação de equipamentos e alimentos, hoje ela pode ser aplicada a qualquer viagem.domingo, 6 de fevereiro de 2011
(Ubatuba) 7 Praias: do Cedro à Fortaleza
Acordamos as 7h. Devido ao horário de verão o sol começava a subir no céu e o dia começava a esquentar.
Despertei com um banho de mar! Enrolei um pouco na água e depois fiquei um pouco no sol para secar minimamente. Quando voltei ao acampamento, todos já tinham acordado e estavam procurando o que comer. O café da manhã foi barrinha de cereal e chá.
Despertei com um banho de mar! Enrolei um pouco na água e depois fiquei um pouco no sol para secar minimamente. Quando voltei ao acampamento, todos já tinham acordado e estavam procurando o que comer. O café da manhã foi barrinha de cereal e chá.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
(Ubatuba) 7 Praias: Lagoinha ao Cedro
A Trilha das 7 Praias é uma velha conhecida minha, embora não pelo mesmo nome. Desde a minha adolescência que eu vou acampar na Praia do Cedro, mas poucas vezes completei a travessia até a Praia da Fortaleza.
Dessa vez, além de percorrer a trilha passando pelas 7 praias, a ideia era testar alguns equipamentos novos (barracas, isolantes e mochilas) nessa trilha que é uma das mais fáceis (e belas) que conheço na região.
Dessa vez, além de percorrer a trilha passando pelas 7 praias, a ideia era testar alguns equipamentos novos (barracas, isolantes e mochilas) nessa trilha que é uma das mais fáceis (e belas) que conheço na região.
domingo, 7 de novembro de 2010
(São Paulo) Caminhos do Mar
Eu tinha a pretensão de percorrer assa estrada já fazia algum tempo, fosse de bicicleta, a pé ou até de carrinho de rolimã. Mas esse percurso sempre insistiu em ficar apenas no campo do planejamento; até que um dia a galera do couchsurfing propôs o passeio, e eu rapidamente me animei.
Conhecida por Caminho do Mar, Estrada da Maioridade, Estrada Velha de Santos ou simplesmente SP-148; essa estrada liga Santos a São Paulo (passando por Cubatão e o ABC). A estrada (do sec. XVII) esteve em uso até 1992, quando então foi interditada. Somente 12 anos depois ela reabriu, transformada em um pólo eco turístico. Atualmente só pode ser percorrida a pé ou de bicicleta (veículos de manutenção e microônibus da fundação são as exceções) e inclui vários monumentos históricos, construídos em 1922 pelo então governador Washington Luis em comemoração ao centenário da independência do Brasil.
Conhecida por Caminho do Mar, Estrada da Maioridade, Estrada Velha de Santos ou simplesmente SP-148; essa estrada liga Santos a São Paulo (passando por Cubatão e o ABC). A estrada (do sec. XVII) esteve em uso até 1992, quando então foi interditada. Somente 12 anos depois ela reabriu, transformada em um pólo eco turístico. Atualmente só pode ser percorrida a pé ou de bicicleta (veículos de manutenção e microônibus da fundação são as exceções) e inclui vários monumentos históricos, construídos em 1922 pelo então governador Washington Luis em comemoração ao centenário da independência do Brasil.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro do Camburi
Ainda animados pela última "exploração" em Caraguatatuba-SP, eu e o Fábio aproveitamos alguns dias sem chuva para subir o Morro do Camburi. Curiosamente, sempre me referi a ele como Morro do Garcez mas só quando fui fazer uma pesquisa na internet (para saber melhor onde iria me meter) é que descobri o nome correto. De todo modo, esse morro é que separa a Praia do Camaroeiro da Prainha e da acesso à Praia do Garcez, onde fica a Pedra da Freira. O motivo, como sempre, foi apenas fugir marasmo, apreciar a vista e constatar que é possível.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro da Praia Brava
O Morro da Praia Brava, em Caraguatatuba-SP, delimita pelo lado esquerdo a Praia Martim de Sá, bastante famosa na cidade. Mas poucos se lembram que é ele que separa-a da Praia Brava e da Praia do Capricórnio. Num dia de excesso de tempo livre enquanto apreciava o cair do dia na Praia Martim de Sá, combinei com o Fábio de subir o Morro da Praia Brava. Sem motivos ou grandes pretensões; apenas para descobrir o caminho (ou fazer um) e saber se a vista de lá do alto é bonita.
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domingo, 2 de agosto de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 08: Caraça
Acordamos às 8h, tomamos um café da manhã exagerado, e às 9h estávamos com tudo pronto. Fomos então arrumar um jeito de chegar ao Parque do Caraça, que foi o motivo de virmos para Santa Bárbara e fica longe da cidade. Como não há nenhuma forma de transporte coletivo até lá, acabamos não tendo outra opção além de táxi, que sempre é a forma mais cara possível! Depois de muito pechinchar, achamos um taxista que nos levaria por R$80 e esperaria lá até a hora em que resolvêssemos voltar.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 06: Morro Vermelho
A contra gosto, acordamos às 7h30. Tomamos café da manhã e fomos resolver as últimas coisas em Sabará (banco e correio), mas enrolamos tanto que quase perdemos o ônibus de 10h10 para Caeté!
Depois da uma viagem de 45min, chegamos a Caeté e rapidamente fomos procurar um lugar para nos hospedar. Ficamos no Hotel JM, próximo ao centro histórico (mas não nele). Como já era 11h30, almoçamos rapidamente em um restaurante perto do hotel e voltamos na rodoviária para pegar o ônibus de 12h30 para Morro Vermelho, distrito de Caeté
Depois da uma viagem de 45min, chegamos a Caeté e rapidamente fomos procurar um lugar para nos hospedar. Ficamos no Hotel JM, próximo ao centro histórico (mas não nele). Como já era 11h30, almoçamos rapidamente em um restaurante perto do hotel e voltamos na rodoviária para pegar o ônibus de 12h30 para Morro Vermelho, distrito de Caeté
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 05: "Puera"
Acordamos às 6h45 e arrumamos rapidamente as poucas coisas. Como dormiríamos novamente na mesma pousada, em Sabará, não seria necessário levar todas as coisas. Tomamos um café da manhã reforçado e saímos rumo a Raposos. Às 8h40 passamos pelo primeiro marco da Estrada Real, próximo a ponte ferroviária sobre o Rio das Velhas.
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terça-feira, 28 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 03: Trilha para Raposos
Acordamos às 5h. Queríamos começar o dia, que prometia não ser fácil, o quanto antes. Tomamos café da manha rapidamente e tomamos o ônibus de 6h10 de volta para Honório Bicalho.
Passamos pelo marco da praça central (com um painel bem útil) às 7h. Ou andar rápido ou por sono, já no começo erramos o caminho! Passamos pela entrada da trilha e chegamos (30min depois) em uma bifurcação sem marco. Usando a lição do dia de Rio Acima, resolvemos voltar e achamos o caminho certo rapidamente.
Passamos pelo marco da praça central (com um painel bem útil) às 7h. Ou andar rápido ou por sono, já no começo erramos o caminho! Passamos pela entrada da trilha e chegamos (30min depois) em uma bifurcação sem marco. Usando a lição do dia de Rio Acima, resolvemos voltar e achamos o caminho certo rapidamente.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 02: Honório Bicalho
Acordamos às 5h40. Ainda estava escuro! Tomamos um fraco café da manhã (até isso era ruim na pousada) e começamos a caminhar às 6h45.Ao contrario do dia anterior, seguimos fielmente os marcos da Estrada Real e caminhamos por quase 1h em área urbana. Às 8h30, cruzamos a linha férrea abandonada e então o caminho tornou-se uma trilha bem aberta (foto). Seguimos por mais uns 5km, passamos por pontes de pedra da antiga ferrovia, áreas rurais bem bucólicas e pelo Rio das Velhas
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domingo, 26 de julho de 2009
(Estrada Real 2009) Dia 01: Encruzilhadas
Acordamos às 6h e tomamos o café da manhã como se fosse nossa última refeição! O plano seria caminhar 26km até Rio Acima, sem a possibilidade de almoçar no caminho. Pontualmente às 7h, o taxista estava na porta do hotel e 1h depois chegamos à igreja de Acuruí. Lá começamos nossa caminhada!
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