Planejamos um dia calmo para hoje: arrumar as malas, comprar o que faltava e, à tarde, seguir para Amman, na Jordania.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
(Síria) Dia 17: Tumbas e Mesquitas
Acordamos sem pressa, tomamos o café da manhã e saímos para aproveitar o dia ensolarado – o que não ocorria há vários dias.
Fomos novamente à Antiga Dasmasco, agora para conhecê-la à luz do dia. Primeiramente visitamos o pequeno Mausoléu de Saladdin e foi até difícil acreditar que ali estão os restos mortais do lendário arqui-rival dos cruzados.
Fomos novamente à Antiga Dasmasco, agora para conhecê-la à luz do dia. Primeiramente visitamos o pequeno Mausoléu de Saladdin e foi até difícil acreditar que ali estão os restos mortais do lendário arqui-rival dos cruzados.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
(Síria) Dia 16: Perdidos na Antiga Damasco
Acordamos sem horário ou programa previsto. Tomamos o café da manhã sem pressa. Quando saíamos para dar uma volta pelas redondezas encontramos, por uma feliz coincidência, o Sr. Abdul na portaria do albergue. Ele tinha ido levar alguns turistas a Damasco e parou para conversar e tomar um chá com o proprietário.
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sábado, 18 de dezembro de 2010
(Síria) Dia 15: Crac des Chevalier
Às 8h já tínhamos tomado café da manhã e fomos conhecer as Norias milenares de Hama, bem no centro da cidade.
Infelizmente, as Norias estão paradas há alguns anos devido ao assoreamento e drenagem para irrigação do Rio Orontes, o que tornou a correnteza fraca demais. Aproveitando que estávamos na rua, comemos uma delícia da Síria: pão folhado recheado com queijo e mel (disponível em qualquer padaria por S£10).
Infelizmente, as Norias estão paradas há alguns anos devido ao assoreamento e drenagem para irrigação do Rio Orontes, o que tornou a correnteza fraca demais. Aproveitando que estávamos na rua, comemos uma delícia da Síria: pão folhado recheado com queijo e mel (disponível em qualquer padaria por S£10).
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