Ainda animados pela última "exploração" em Caraguatatuba-SP, eu e o Fábio aproveitamos alguns dias sem chuva para subir o Morro do Camburi. Curiosamente, sempre me referi a ele como Morro do Garcez mas só quando fui fazer uma pesquisa na internet (para saber melhor onde iria me meter) é que descobri o nome correto. De todo modo, esse morro é que separa a Praia do Camaroeiro da Prainha e da acesso à Praia do Garcez, onde fica a Pedra da Freira. O motivo, como sempre, foi apenas fugir marasmo, apreciar a vista e constatar que é possível.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
(Caraguatatuba) O morro da Praia Brava
O Morro da Praia Brava, em Caraguatatuba-SP, delimita pelo lado esquerdo a Praia Martim de Sá, bastante famosa na cidade. Mas poucos se lembram que é ele que separa-a da Praia Brava e da Praia do Capricórnio. Num dia de excesso de tempo livre enquanto apreciava o cair do dia na Praia Martim de Sá, combinei com o Fábio de subir o Morro da Praia Brava. Sem motivos ou grandes pretensões; apenas para descobrir o caminho (ou fazer um) e saber se a vista de lá do alto é bonita.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
(PETAR) Dia 03: O Rio Betari
Acordamos às 9h e nos aprontamos sem pressa. O plano para o dia começava pela Cachoeira das Andorinhas, mas como eu acordei com o pé esquerdo doendo (sabe-se lá porque) a ponto de não poder caminhar, desistimos da cachoeira e resolvemos fazer Acqua Ride. Fomos novamente até a Pousada Ouro Grosso encontrar com o resto do grupo, e de lá fomos alugar as boias, que não passavam de câmaras de ar de caminhão.
domingo, 1 de novembro de 2009
(PETAR) Dia 02: Núcleo Ouro Grosso
Tentamos acordar cedo como ontem, mas não conseguimos. Até terminar o café da manhã e ir na Pousada Ouro Grosso já era 9h30. E quando chegamos lá ainda tivemos que esperar os que ainda não estavam prontos.
Só às 10h30 chegamos à sede do Núcleo Ouro Grosso, de onde seguimos caminhando até a Caverna Alambari de Baixo. A caminhada, de 1h, é em terreno plano até a entrada da caverna (foto), sem muita sombra e pode ser feito de carro. Entramos na caverna depois de 15min de descanso e algumas explicações. Logo estávamos andando com água na altura da cintura (ou mais) e nos esgueirando por túneis estreitos. Tudo para chegar a uma bela cachoeira subterrânea. Saímos da caverna às 13h20, sem grandes contratempos ou esforços.
Só às 10h30 chegamos à sede do Núcleo Ouro Grosso, de onde seguimos caminhando até a Caverna Alambari de Baixo. A caminhada, de 1h, é em terreno plano até a entrada da caverna (foto), sem muita sombra e pode ser feito de carro. Entramos na caverna depois de 15min de descanso e algumas explicações. Logo estávamos andando com água na altura da cintura (ou mais) e nos esgueirando por túneis estreitos. Tudo para chegar a uma bela cachoeira subterrânea. Saímos da caverna às 13h20, sem grandes contratempos ou esforços.sábado, 31 de outubro de 2009
(PETAR) Dia 01: Núcleo Santana
Acordamos às 7h, ainda morrendo de sono. Tomamos café da manhã (bem regulado) na pousada e fomos encontrar o Tom (nosso guia) na Pousada Ouro Grosso, há poucos quilômetros da pousada onde estávamos. Chegamos lá às 8h10 e, enquanto esperamos o pessoal terminava de se arrumar, pegamos o equipamento alugado. De lá, seguimos para a sede do Núcleo Santana. Nosso grupo foi acrescido do Tom (nosso guia), Kátia (sua namorada), Jason e Priscila (ambos de São Paulo).
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