terça-feira, 28 de dezembro de 2010

(Jordânia) Dia 25: Despedida em Amman

Desistimos de ir conhecer Jerash! Queríamos ver as bigas romanas mas 3a-feira é o único dia em que nada acontece. Resolvemos então passar o dia todo em Amman: a capital da Jordânia. Acordamos sem pressa, tomamos café da manhã e saímos somente às 10h para conhecer a cidadela e as coisas mais próximas.

Amman é uma das cidades mais antigas do mundo, ocupada desde o século XIII aC, quando era conhecida por Rabbath Ammon. Foi conquistada por diversos povos ao longo de sua história e hoje é uma típica cidade grande, onde é visível o esforço para manter o patrimônio histórico coexistindo com a modernidade.

A cidadela, onde se concentra a maior parte arqueológica preservada, fica a menos de 500m do hotel e é conhecida como Jabal al-Qal'a. Infelizmente, mesmo antes de passar a catraca (JD4/pessoa) pode-se perceber que pouca coisa resistiu até os dias de hoje, o que permanece é a vista panorâmica de toda a área.

Templo de HérculesLogo na entrada, veem-se algumas poucas colunas em pé (reconstruídas) e várias no chão, aí ficava o antigo Templo de Hércules. A Grande Cisterna e o Museu Arqueológico - que guarda belas esculturas romanas em mármore e os manuscritos do Mar Morto originais - também merecem destaque. A sinalização turística na cidadela foi a melhor que encontramos em toda a viagem, o que facilitou muito a visitação.

Depois de 2h30 visitando a cidadela e o museu, saímos às 12h30 para almoçar. Fomos ao tradicionalíssimo Habibah: um restaurante localizado em um beco, onde locais e turistas competem para provar um cardápio famoso por ser, apenas, o melhor de todo o Oriente Médio. Nas mesas na rua, pode-se provar umas das 4 opções: homus, falafel, fuul e batata frita, com pão pita e cebola de cortesia. Para beber oferecem chá preto ou de hortelã. Pedimos uma porção de cada coisa por míseros JD2 (ao todo) e comprovamos que a fama é totalmente justificada!

Depois do almoço, seguimos para a Mesquita King Abdullah (JD2/pessoa). Não para conhecer a mesquita em si, mas o mercado que fica ao redor dela e é o mais antigo da cidade. O mercado de rua é uma mistura de feira livre e Rua 25 de Março: uma grande bagunça de produtos, em sua maioria chineses. Andamos por 1h e saímos com apenas uma única aquisição: 1 pacote do melhor tabaco de narguilé do mundo, feito no Irã (JD4/500g).

De volta ao hotel às 15h30, depois de um rápido descanso, fomos terminar de arrumar as malas. Ficamos a tarde toda para conseguir distribuir as coisas e o peso entre elas.

À noite, fomos comer novamente no Habibah (a 2 quadras do hotel) e tomamos suco de romã no caminho. Foram os últimos e melhores sabores do Oriente Médio.

Dormimos apenas algumas horas e às 3h fomos para o aeroporto. Nosso voo para o Brasil decolou às 6h, sem atraso. Assim como na vinda, o serviço de bordo da Turkish Airways se mostrou impecável nas 13h de voo entre Amman e São Paulo.

Informações Locais:
  • Habibah: esquina da Al-Malek com Al-Hussein, Centro - a melhor comida que provamos em toda a viagem!

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